quinta-feira, 8 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
A respeito da educação contemporânea - Márcia Tomobe
Rio de Janeiro, 01 de Julho de 2010
Hoje, mais do que em qualquer outra fase da minha vida, chego a uma conclusão caótica: a educação está em fase de deterioração.
Não que eu deixe de praticá-la ou orientar meus alunos de forma a questionarem ou simplesmente tornarem-se passivos as mesmas orientações, mas o que eu lembro enquanto EDUCAÇÃO, no sentido literal da palavra, é um conjunto de raízes múltiplas que se ordenam ou não com o tempo, com as vivências, sucessos ou frustrações que recebemos no decorrer das nossas vidas. A EDUCAÇÃO... é aquela que recebemos em casa, na esquina, com os amigos, na escola, na academia, no estádio ou na praça e sem esse assunto demorado de que se ensina em casa e ponto final, mas respira-se o tempo todo mirando-se em exemplos vivos como nossos pais, amigos, professores, atores e atrizes preferidos. Por que não?
Vejo com maus olhos os filhos que possuem um acesso exagerado as tecnologias que os fazem mais acomodados e omissos de suas responsabilidades (sem generalizar, pois é complexo, cada um é de um jeito), mas o impasse não está somente em casa, pois tenho filhos também e sei que a dificuldade maior não está em lá, nem na escola, nem no futebol ou na T.V. É bem maior... É a falta de motivação por possuírem tanto acesso livre a essas imagens e produtos, a cada desculpa de sargento alegando que o local “X”, onde fulano morreu já existe um “efetivo” constante ou que a propaganda do produto “Y” faz efeito através de imagens, músicas e frases.
Então pensei: quando vamos a um fast-food, o hambúrguer está tão lindo, com cores vibrantes e só falta sair a fumacinha em 3D! Só que na hora de abrir a caixinha vermelha e amarela (propositalmente para induzir o prazer de comer), eis o famigerado todo estranho, torto, com o queijo mais que derretido e a carne sem as marquinhas da grelha...mas... mesmo assim comemos, pois é cheiroso e saboroso, mesmo sabendo que existem altas cargas de colesterol ruim, de carboidratos, de pedaços de carne mais que trituradas, nós comemos!
Eis o mundo radiante e ilusório dos adultos: levamos gato (sem pedigree) por lebre onde o caminho é feito de tijolos amarelos com base nas pedras quentes...
Então chego a uma opinião: como vamos educar se nós produzimos e consumimos um mundo contemporâneo cheio de contradições? Eles vêem um mundo jovem, musical, magro e colorido onde tudo é bom! Nós oferecemos este mundo onde nós mesmos criticamos e continuamos a produzir de geração em geração.
As salas de aula são espaços para o conhecimento e independente de altas tecnologias é saber chegar ao mundo das crianças e adolescentes para depois chamá-los e não é a mesma situação que educar! EDUCAÇÃO é feita em casa, na esquina, com os amigos, pais, atores prediletos e na escola existe um trabalho para ORIENTAÇÃO, EXPOSIÇÃO DE PROBLEMAS, TENTATIVA DE COMPREENSÃO E RESOLUÇÃO DAS MESMAS E ESPAÇO PARA VIVER EXPERIÊNCIAS, pois é tudo o que eles vivem (ainda sem se dar conta ou para os mais sensíveis que compreendem tudo que se dão conta e mais um pouco) e do que ainda vão viver do lado de fora, no bairro, nas metrópoles, no mundo...
A educação depositária morreu e ainda querem permanecer nela, nivelando alunos por demanda, porcentagens, contagens e não por esforço, capacidade, dedicação, dom, ou seja, lá o que for...
Outra coisa absurda é: Professor virou educador... NÃO SOU EDUCADORA, sou
P-R-O-F-E-S-SO-R-A, ou seja, uma pessoa formada para lecionar, ou seja, para orientar, expor problemas e possíveis resoluções, compreendê-los e monitorar um espaço livre para experimentar!
O mais importante de tudo é que cada um possui o seu ritmo, as suas vivências, o seu meio ou completo termo de sentir-se acolhido e compreendido.
Penso que o espaço da escola é este, em primeiro lugar. Não posso afirmar aqui que os professores mais gabaritados ou mais sistemáticos foram os meus melhores e sim os mais sensibilizados em saber de questões mais eticamente críticas, mostrando sua visão do mundo em que vivemos nos levando a realidade a qual temos o dever de nos preparar pelo menos. Sou a favor da pedagogia da minha avó, onde o respeito se impunha através do respeito, das dificuldades econômicas e emocionais, assim como o ser humano é e não como ele quer ser e nunca será. Sem Photoshop, e sim com rasuras a mostra de acabamentos no passo-a-passo.
Professores só conseguirão chegar aos alunos se tentarem visualizar o que eles pensam, gostam ou consomem. Caso contrário, tudo se tornará mais difícil ainda.
É necessário caminhar na frente e continuar estudando, pesquisando, comunicando e interagindo.
Vejo uma constante divergência entre os mundos infantil- adolescente-adulto-adultescente- ser humano- hipócritas- mascarados e uma infinidade de mundos, mas que acabam no mesmo lugar...
Hoje, mais do que em qualquer outra fase da minha vida, chego a uma conclusão caótica: a educação está em fase de deterioração.
Não que eu deixe de praticá-la ou orientar meus alunos de forma a questionarem ou simplesmente tornarem-se passivos as mesmas orientações, mas o que eu lembro enquanto EDUCAÇÃO, no sentido literal da palavra, é um conjunto de raízes múltiplas que se ordenam ou não com o tempo, com as vivências, sucessos ou frustrações que recebemos no decorrer das nossas vidas. A EDUCAÇÃO... é aquela que recebemos em casa, na esquina, com os amigos, na escola, na academia, no estádio ou na praça e sem esse assunto demorado de que se ensina em casa e ponto final, mas respira-se o tempo todo mirando-se em exemplos vivos como nossos pais, amigos, professores, atores e atrizes preferidos. Por que não?
Vejo com maus olhos os filhos que possuem um acesso exagerado as tecnologias que os fazem mais acomodados e omissos de suas responsabilidades (sem generalizar, pois é complexo, cada um é de um jeito), mas o impasse não está somente em casa, pois tenho filhos também e sei que a dificuldade maior não está em lá, nem na escola, nem no futebol ou na T.V. É bem maior... É a falta de motivação por possuírem tanto acesso livre a essas imagens e produtos, a cada desculpa de sargento alegando que o local “X”, onde fulano morreu já existe um “efetivo” constante ou que a propaganda do produto “Y” faz efeito através de imagens, músicas e frases.
Então pensei: quando vamos a um fast-food, o hambúrguer está tão lindo, com cores vibrantes e só falta sair a fumacinha em 3D! Só que na hora de abrir a caixinha vermelha e amarela (propositalmente para induzir o prazer de comer), eis o famigerado todo estranho, torto, com o queijo mais que derretido e a carne sem as marquinhas da grelha...mas... mesmo assim comemos, pois é cheiroso e saboroso, mesmo sabendo que existem altas cargas de colesterol ruim, de carboidratos, de pedaços de carne mais que trituradas, nós comemos!
Eis o mundo radiante e ilusório dos adultos: levamos gato (sem pedigree) por lebre onde o caminho é feito de tijolos amarelos com base nas pedras quentes...
Então chego a uma opinião: como vamos educar se nós produzimos e consumimos um mundo contemporâneo cheio de contradições? Eles vêem um mundo jovem, musical, magro e colorido onde tudo é bom! Nós oferecemos este mundo onde nós mesmos criticamos e continuamos a produzir de geração em geração.
As salas de aula são espaços para o conhecimento e independente de altas tecnologias é saber chegar ao mundo das crianças e adolescentes para depois chamá-los e não é a mesma situação que educar! EDUCAÇÃO é feita em casa, na esquina, com os amigos, pais, atores prediletos e na escola existe um trabalho para ORIENTAÇÃO, EXPOSIÇÃO DE PROBLEMAS, TENTATIVA DE COMPREENSÃO E RESOLUÇÃO DAS MESMAS E ESPAÇO PARA VIVER EXPERIÊNCIAS, pois é tudo o que eles vivem (ainda sem se dar conta ou para os mais sensíveis que compreendem tudo que se dão conta e mais um pouco) e do que ainda vão viver do lado de fora, no bairro, nas metrópoles, no mundo...
A educação depositária morreu e ainda querem permanecer nela, nivelando alunos por demanda, porcentagens, contagens e não por esforço, capacidade, dedicação, dom, ou seja, lá o que for...
Outra coisa absurda é: Professor virou educador... NÃO SOU EDUCADORA, sou
P-R-O-F-E-S-SO-R-A, ou seja, uma pessoa formada para lecionar, ou seja, para orientar, expor problemas e possíveis resoluções, compreendê-los e monitorar um espaço livre para experimentar!
O mais importante de tudo é que cada um possui o seu ritmo, as suas vivências, o seu meio ou completo termo de sentir-se acolhido e compreendido.
Penso que o espaço da escola é este, em primeiro lugar. Não posso afirmar aqui que os professores mais gabaritados ou mais sistemáticos foram os meus melhores e sim os mais sensibilizados em saber de questões mais eticamente críticas, mostrando sua visão do mundo em que vivemos nos levando a realidade a qual temos o dever de nos preparar pelo menos. Sou a favor da pedagogia da minha avó, onde o respeito se impunha através do respeito, das dificuldades econômicas e emocionais, assim como o ser humano é e não como ele quer ser e nunca será. Sem Photoshop, e sim com rasuras a mostra de acabamentos no passo-a-passo.
Professores só conseguirão chegar aos alunos se tentarem visualizar o que eles pensam, gostam ou consomem. Caso contrário, tudo se tornará mais difícil ainda.
É necessário caminhar na frente e continuar estudando, pesquisando, comunicando e interagindo.
Vejo uma constante divergência entre os mundos infantil- adolescente-adulto-adultescente- ser humano- hipócritas- mascarados e uma infinidade de mundos, mas que acabam no mesmo lugar...
AULA EXPERIMENTAL PARA CURTA METRAGEM
Prof.ª Márcia Turma 2107 – FAETEC SANTA CRUZ
Primeiro momento:
A proposta é elaborar um roteiro, escolher os personagens e improvisar as falas. A turma inteira participou com sugestões e comecei a escrever o roteiro no quadro dividindo-o em cenas. Pedi para que o curta tivesse quatro personagens e os alunos escolheram os nomes. Escolhi os alunos para a atividade e liguei a câmera. Obs.: A câmera usada foi uma digital CANON que tenho, já que é um exercício, mas para os curtas que serão produzidos para o Festival, pretendo usar uma melhor se possível para uma melhor definição das imagens.
Segundo momento:
Marcações Fizemos uma marcação a cada cena que fosse feita e orientei os alunos.
1ª. Cena- O casal está em um restaurante conversando e trocando olhares apaixonados.
2ª. Cena- Mãe e filha entram no restaurante.
3ª. Cena- Mãe e filha conversam e decidem se vão contar ou não a verdade.
4ª. Cena- Mãe, filha e Mário (o traidor) se entreolham. Elas o condenam e ele primeiro se assusta, fica aflito e sem graça.
5ª. Cena- Elas se aproximam do casal e todos se apresentam, quando a mãe pergunta para Abigail se ela sabe quem ela é (a filha) e conta que é filha dele.
6ª. Cena- A filha questiona o pai (Mário).
7ª. Cena- Mário resolve escolher a mulher e a filha. 8ª. Cena- Seqüência do sofrimento de Abigail.
9ª. Cena- Abigail dá a volta por cima e tem um novo namorado.
10ª. Cena- O novo casal caminha pela rua (no caso, na sala de aula) e passam por Mário, que está sozinho.
11ª. Cena- O antigo casal (Mário e Abigail) se olha. 12ª. Cena- Mário caminha sozinho e culpado. 13ª. Cena- Mário se recorda da antiga namorada. As filmagens foram feitas com cortes e closes. Como nas primeiras cenas a montagem foi essencial para dar sentido à trama, não foi necessário o silêncio da turma, que ajudou a coordenar as expressões dos alunos-atores. Nas outras cenas, onde existe o questionamento da filha e a defesa de Mário, precisei de silêncio para o diálogo (o áudio não está perfeito, mas como 1º. exercício até que eles foram bem).
Na edição, compilei algumas imagens externas, como a do restaurante (como se o casal estivesse entrando nele) e o trajeto até o mesmo feito por mãe e filha. No editor de vídeo movie maker, usei o tom sépia para dar um equilíbrio nas imagens, já que foram realizadas de forma diferente e aproveitei os cortes como ‘make of’ anexado aos créditos finais, com as vozes na íntegra e fundo musical. As músicas foram compiladas do CD ‘ O melhor do Cinema’, com coletâneas orquestradas de filmes ganhadores do Oscar como ‘TERMS OF ENDEARMENT’, em português ‘LAÇOS DE TERNURA’, de M. Gore, ‘EMPIRE STRIKES BACK THEME’ ou ‘O IMPÉRIO CONTRA ATACA’, de J. William e ‘ROCKY’S REWARD’ ou ROCKY I, de B. Conti. É essencial que a teoria esteja aliada a prática. Como são dois tempos de aula, nos primeiros 50 minutos, faço um panorama com história do cinema e regras técnicas contidas no livro ‘O mundo em movimento’, de Inácio Araújo. Vale à pena ressaltar que a organização da aula experimental somando o tempo de edição foi realizada em cinco ou seis horas.
A aula de 50 min. do segundo tempo e o período de edição no movie maker com variação de quatro a cinco horas.
Prof.ª Márcia Turma 2107 – FAETEC SANTA CRUZ
Primeiro momento:
A proposta é elaborar um roteiro, escolher os personagens e improvisar as falas. A turma inteira participou com sugestões e comecei a escrever o roteiro no quadro dividindo-o em cenas. Pedi para que o curta tivesse quatro personagens e os alunos escolheram os nomes. Escolhi os alunos para a atividade e liguei a câmera. Obs.: A câmera usada foi uma digital CANON que tenho, já que é um exercício, mas para os curtas que serão produzidos para o Festival, pretendo usar uma melhor se possível para uma melhor definição das imagens.
Segundo momento:
Marcações Fizemos uma marcação a cada cena que fosse feita e orientei os alunos.
1ª. Cena- O casal está em um restaurante conversando e trocando olhares apaixonados.
2ª. Cena- Mãe e filha entram no restaurante.
3ª. Cena- Mãe e filha conversam e decidem se vão contar ou não a verdade.
4ª. Cena- Mãe, filha e Mário (o traidor) se entreolham. Elas o condenam e ele primeiro se assusta, fica aflito e sem graça.
5ª. Cena- Elas se aproximam do casal e todos se apresentam, quando a mãe pergunta para Abigail se ela sabe quem ela é (a filha) e conta que é filha dele.
6ª. Cena- A filha questiona o pai (Mário).
7ª. Cena- Mário resolve escolher a mulher e a filha. 8ª. Cena- Seqüência do sofrimento de Abigail.
9ª. Cena- Abigail dá a volta por cima e tem um novo namorado.
10ª. Cena- O novo casal caminha pela rua (no caso, na sala de aula) e passam por Mário, que está sozinho.
11ª. Cena- O antigo casal (Mário e Abigail) se olha. 12ª. Cena- Mário caminha sozinho e culpado. 13ª. Cena- Mário se recorda da antiga namorada. As filmagens foram feitas com cortes e closes. Como nas primeiras cenas a montagem foi essencial para dar sentido à trama, não foi necessário o silêncio da turma, que ajudou a coordenar as expressões dos alunos-atores. Nas outras cenas, onde existe o questionamento da filha e a defesa de Mário, precisei de silêncio para o diálogo (o áudio não está perfeito, mas como 1º. exercício até que eles foram bem).
Na edição, compilei algumas imagens externas, como a do restaurante (como se o casal estivesse entrando nele) e o trajeto até o mesmo feito por mãe e filha. No editor de vídeo movie maker, usei o tom sépia para dar um equilíbrio nas imagens, já que foram realizadas de forma diferente e aproveitei os cortes como ‘make of’ anexado aos créditos finais, com as vozes na íntegra e fundo musical. As músicas foram compiladas do CD ‘ O melhor do Cinema’, com coletâneas orquestradas de filmes ganhadores do Oscar como ‘TERMS OF ENDEARMENT’, em português ‘LAÇOS DE TERNURA’, de M. Gore, ‘EMPIRE STRIKES BACK THEME’ ou ‘O IMPÉRIO CONTRA ATACA’, de J. William e ‘ROCKY’S REWARD’ ou ROCKY I, de B. Conti. É essencial que a teoria esteja aliada a prática. Como são dois tempos de aula, nos primeiros 50 minutos, faço um panorama com história do cinema e regras técnicas contidas no livro ‘O mundo em movimento’, de Inácio Araújo. Vale à pena ressaltar que a organização da aula experimental somando o tempo de edição foi realizada em cinco ou seis horas.
A aula de 50 min. do segundo tempo e o período de edição no movie maker com variação de quatro a cinco horas.
sábado, 10 de abril de 2010
CURTA CINEMA 2010

O Festival Internacional de curtas no Rio de Janeiro - Curta Cinema 2010 acontecerá entre os dias 28 de outubro e 7 de novembro e vale ressaltar que a partir de maio estarão abertas as inscrições para os candidatos internacionais e a partir de junho é a dos nacionais.
As inscrições para os nacionais serão encerradas no dia 2 de julho de 2010.
Começam os preparativos para o V Festival Cine Favela de Curta-Metragem


Em sua 5a. edição, o festival que acontece dentro da comunidade de Heliópolis exibirá mais de 35 títulos de filmes realizados por ONG's, Associações, coletivos e periferias.
O Festival acontecerá entre 2 de abril e 8 de maio. Além da mostra competitiva, haverá a Mostra Itinerante, o Cine Recreio, debates e oficina de cinema para 30 jovens.
Outra novidade é a mostra de filmes periféricos que serão exibidos nos pólos Sesc São Paulo.
Mais detalhes, acesse o site: www.cinefavela.org.com/festival/
terça-feira, 2 de março de 2010
Núcleo Experimental de Educação e Arte

6 DE MARÇO DE 2010 - SÁBADO.
14 AS 16 HS- Oficinas de parangolés Oiticica- faça você mesmo uma interação entre a plasticidade das alegorias de carnaval e a arte contemporânea. (Participação da Mangueira).
15 as 16 hs - Orquestra Voadora
16 as 18hs - Múltiplas visões - Produção artistica no mundo contemporâneo.
O novo projeto educativo do Museu visa transformar o MAM em um espaço de afeto e criação. O NÚCLEO EXPERIMENTAL DE CRIAÇÃO E ARTE realizará projetos de visitas guiadas, visitas as comunidades, encontros com artistas, atividades para a família e debates interdisciplinares para criar os importantes vínculos afetivos e criativos entre a cidade do Rio de Janeiro e seu mais importante Museu.
O novo projeto educativo do Museu visa transformar o MAM em um espaço de afeto e criação. O NÚCLEO EXPERIMENTAL DE CRIAÇÃO E ARTE realizará projetos de visitas guiadas, visitas as comunidades, encontros com artistas, atividades para a família e debates interdisciplinares para criar os importantes vínculos afetivos e criativos entre a cidade do Rio de Janeiro e seu mais importante Museu.
NÚCLEO EXPERIMENTAL DE EDUCAÇÃO E ARTE
Encontros e ações no Salão de Exposições
Visitas agendadas: terças, quintas e domingos de 13 hs as 15 hs
Visitas sem agendamento: quartas, sextas e sábados as 15 hs.
Visitas sem agendamento: quartas, sextas e sábados as 15 hs.
Oficinas e diálogos criativos com as exposições: terça a sexta, de 12 as 18 hs
sábado e domingo de 12 as 19 hs.
IRRADIAÇÕES: Visitas de grupos ao MAM e do MAM a comunidade/cidade: terça, quinta e domingo.
PROGRAMA PARA CRIAÇÃO EM FAMÍLIA: Promove a pesquisa e o contato entre os artistas, pais e crianças: sábados e domingos de 12 as 19 hs.
PROGRAMA PARA CRIAÇÃO EM FAMÍLIA: Promove a pesquisa e o contato entre os artistas, pais e crianças. sábado e domingo de 12 as 19 hs.
PROGRAMAS ESPECIAIS DOUAÇÕES- Encontros com artistas para ações coletivas com múltiplas linguagens.
Agendamento e informações: 2240-4948
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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