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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Exposição da Mostra Literária - Planos de Aula
Proposta para trabalhar com o 9º. Ano
Tema: Cinema e Clarice Lispector.
Prática: Em estruturas de papel crepom (simulando filmes de câmera) e aquarelas inspiradas em filmes diversos.
Exemplo: A Hora da Estrela, Clarice Lispector.
Macabéa, uma imigrante nordestina semi-analfabeta, trabalha como datilógrafa numa pequena firma e vive numa pensão miserável. Conhece casualmente o também nordestino Olímpico, operário metalúrgico, e os dois começam um casto e desajeitado namoro. Mas Glória, esperta colega de trabalho de Macabéa, rouba-lhe o namorado, seguindo o conselho de uma cartomante. Macabéa faz uma consulta à mesma cartomante, Madame Carlota, e esta prevê seu encontro com um homem rico, bonito e carinhoso.
Prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para Marcélia Cartaxo. Baseado no romance de Clarice Lispector. Estréia da diretora Suzana Amaral.
Proposta para o 8º. Ano. Tema: Mário Quintana.
Prática: Gravura (técnica de xilogravura) em emborrachado. Cada aluno pesquisará um poema de Mário Quintana e desenvolverá uma seqüência de 5 gravuras que ilustre o poema.
Material: Guache, 10 folhas de cartolina branca, 10 folhas de emborrachado, lápis e borracha.
Obs.: As gravuras ficarão expostas na horizontal como barras decorativas.
(listelos de parede)
Proposta para o 7º. Ano – Walcyr Carrasco - “Estrelas Tortas”.
Prática: Base em caixas de papelão e técnica de silhueta. Nas faces das caixas, cada grupo se encarregará de um capítulo contado através de ilustrações (técnica de silhueta) e trechos do livro.
Material: 10 caixas de papelão grandes, 15 folhas de cartolina preta, 3 vidros de cola, revistas e resumo do capítulo escolhido do livro.
Obs: As caixas ficarão penduradas no teto.
Proposta para o 6º. Ano: Clarice Lispector – “O mistério do coelho pensante”.
Prática: Produção de livros cenográficos, trabalhando capa, contra-capa (em aquarela) e duas páginas com trechos do livro (escritos a mão com letras clássicas) e pinturas em aquarela. Dimensão: 1,20 cm x 0,50 cm.
Material para cada livro: O livro citado, 2 folhas de isopor encapadas, 6 folhas de papel 40 quilos e guache para pintura. – por grupo de 5 alunos.
Total de livros: 4 livros por turma.
Em O mistério do coelho pensante, veremos como a narrativa constrói a idéia de que os coelhos pensam de uma outra maneira, mas não muito diferente da maneira de pensar dos seres humanos. O coelho Joãozinho compreende o mundo, tem idéias e descobre as coisas com o nariz. Franzindo e desfranzindo o narizinho, Joãozinho, o coelho pensante, cheirava idéias. A primeira idéia que cheirou foi uma maneira de fugir da gaiola de ferro. Escapava sempre que não tinha comida, mas, depois, tomou gosto pela liberdade e fugia para passear, descobrir o mundo e visitar a namorada e os filhotinhos. Na história que nos é contada, não se consegue entender como ele conseguia sair da gaiola, a narrativa não nos explica. Vamos, no desenrolar da história, elaborando hipótese de como ele escapava, até que chegamos a conclusão de que talvez se franzindo bem o nariz a gente consiga “cheirar” alguma idéia e imaginar algo sobre esse mistério.
Tema: Cinema e Clarice Lispector.
Prática: Em estruturas de papel crepom (simulando filmes de câmera) e aquarelas inspiradas em filmes diversos.
Exemplo: A Hora da Estrela, Clarice Lispector.
Macabéa, uma imigrante nordestina semi-analfabeta, trabalha como datilógrafa numa pequena firma e vive numa pensão miserável. Conhece casualmente o também nordestino Olímpico, operário metalúrgico, e os dois começam um casto e desajeitado namoro. Mas Glória, esperta colega de trabalho de Macabéa, rouba-lhe o namorado, seguindo o conselho de uma cartomante. Macabéa faz uma consulta à mesma cartomante, Madame Carlota, e esta prevê seu encontro com um homem rico, bonito e carinhoso.
Prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para Marcélia Cartaxo. Baseado no romance de Clarice Lispector. Estréia da diretora Suzana Amaral.
Proposta para o 8º. Ano. Tema: Mário Quintana.
Prática: Gravura (técnica de xilogravura) em emborrachado. Cada aluno pesquisará um poema de Mário Quintana e desenvolverá uma seqüência de 5 gravuras que ilustre o poema.
Material: Guache, 10 folhas de cartolina branca, 10 folhas de emborrachado, lápis e borracha.
Obs.: As gravuras ficarão expostas na horizontal como barras decorativas.
(listelos de parede)
Proposta para o 7º. Ano – Walcyr Carrasco - “Estrelas Tortas”.
Prática: Base em caixas de papelão e técnica de silhueta. Nas faces das caixas, cada grupo se encarregará de um capítulo contado através de ilustrações (técnica de silhueta) e trechos do livro.
Material: 10 caixas de papelão grandes, 15 folhas de cartolina preta, 3 vidros de cola, revistas e resumo do capítulo escolhido do livro.
Obs: As caixas ficarão penduradas no teto.
Proposta para o 6º. Ano: Clarice Lispector – “O mistério do coelho pensante”.
Prática: Produção de livros cenográficos, trabalhando capa, contra-capa (em aquarela) e duas páginas com trechos do livro (escritos a mão com letras clássicas) e pinturas em aquarela. Dimensão: 1,20 cm x 0,50 cm.
Material para cada livro: O livro citado, 2 folhas de isopor encapadas, 6 folhas de papel 40 quilos e guache para pintura. – por grupo de 5 alunos.
Total de livros: 4 livros por turma.
Em O mistério do coelho pensante, veremos como a narrativa constrói a idéia de que os coelhos pensam de uma outra maneira, mas não muito diferente da maneira de pensar dos seres humanos. O coelho Joãozinho compreende o mundo, tem idéias e descobre as coisas com o nariz. Franzindo e desfranzindo o narizinho, Joãozinho, o coelho pensante, cheirava idéias. A primeira idéia que cheirou foi uma maneira de fugir da gaiola de ferro. Escapava sempre que não tinha comida, mas, depois, tomou gosto pela liberdade e fugia para passear, descobrir o mundo e visitar a namorada e os filhotinhos. Na história que nos é contada, não se consegue entender como ele conseguia sair da gaiola, a narrativa não nos explica. Vamos, no desenrolar da história, elaborando hipótese de como ele escapava, até que chegamos a conclusão de que talvez se franzindo bem o nariz a gente consiga “cheirar” alguma idéia e imaginar algo sobre esse mistério.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Cyber Café Arte e Leitura 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
CINEMA - TEORIA E PRÁTICA EM ANIMAÇÃO
INTRODUÇÃO À ANIMAÇÃO STOP-MOTION E FLIP BOOK
Os desenhos animados tradicionais têm as ações trabalhadas quadro a quadro, isto é, para cada pequeno movimento, é preciso realizar vários desenhos. Como a nossa visão consegue distinguir até oito imagens por segundo, os desenhistas fazem uma média de no mínimo, 12 quadros para cada segundo de animação. Isso quer dizer que, para fazer um filme de uma hora, serão necessários cerca de 43.200 desenhos. Nos primeiros desenhos animados, eram fotografados por uma câmera de cinema e depois, projetados numa tela. O primeiro desenho animado foi produzido em 1906 pelo inglês James Stuart Blackton e se chamava “Fases humorísticas de faces engraçadas”. O nome era estranho, mas o filme conquistou o público. Afinal, ver personagens desenhados num quadro-negro se movimentando era uma novidade e tanto. Hoje com os computadores muitas etapas são diminuídas neste processo.
Parecido com o que ocorre nos desenhos feitos à mão, no stop motion, os personagens são fotografados em várias posições, dando seqüência a um movimento. sempre mexendo um pouquinho de cada vez e fotografando sucessivamente até o personagem parecer que fez algum movimento. Você pode usar a mesma proporção de 12 fotos pra um segundo... mas o melhor é fazer com o dobro de fotos porque o movimento torna-se mais real. A técnica do stop motion foi a utilizada em filmes famosos como A Batalha dos Vegetais, que demorou cinco anos para ser produzido, e A Noiva-Cadáver, que levou nada menos que dez anos para ficar pronto.
Abaixo, exemplos de filmes criados por uma de minhas turmas do Ensino Médio sob o tema Feudalismo:
Conclusão: Uma visão contemporânea de Feudalismo - Domínio Urbano.
Os desenhos animados tradicionais têm as ações trabalhadas quadro a quadro, isto é, para cada pequeno movimento, é preciso realizar vários desenhos. Como a nossa visão consegue distinguir até oito imagens por segundo, os desenhistas fazem uma média de no mínimo, 12 quadros para cada segundo de animação. Isso quer dizer que, para fazer um filme de uma hora, serão necessários cerca de 43.200 desenhos. Nos primeiros desenhos animados, eram fotografados por uma câmera de cinema e depois, projetados numa tela. O primeiro desenho animado foi produzido em 1906 pelo inglês James Stuart Blackton e se chamava “Fases humorísticas de faces engraçadas”. O nome era estranho, mas o filme conquistou o público. Afinal, ver personagens desenhados num quadro-negro se movimentando era uma novidade e tanto. Hoje com os computadores muitas etapas são diminuídas neste processo.
Parecido com o que ocorre nos desenhos feitos à mão, no stop motion, os personagens são fotografados em várias posições, dando seqüência a um movimento. sempre mexendo um pouquinho de cada vez e fotografando sucessivamente até o personagem parecer que fez algum movimento. Você pode usar a mesma proporção de 12 fotos pra um segundo... mas o melhor é fazer com o dobro de fotos porque o movimento torna-se mais real. A técnica do stop motion foi a utilizada em filmes famosos como A Batalha dos Vegetais, que demorou cinco anos para ser produzido, e A Noiva-Cadáver, que levou nada menos que dez anos para ficar pronto.
Abaixo, exemplos de filmes criados por uma de minhas turmas do Ensino Médio sob o tema Feudalismo:
Conclusão: O homem como conquistador e único provedor da mulher na época.
Conclusão: Uma visão contemporânea de Feudalismo - Domínio Urbano.
domingo, 31 de agosto de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
PROJETO CULTURAL 2008 - MAGIA NO TEMPO

Blog de Ciências e Artes: http://cienciaseartes.blogspot.com/
Visite também: A história do Grafitti e planos de aula
para o ensino fundamental I
e II: http://artemar2007.blogspot.com/2007_02_01_archive.html
Jovem Guarda:http://artemar2007.blogspot.com/2007_07_01_archive.html
Introdução ao Cinema e projeto
Raízes Africanas:http://artemar2007.blogspot.com/2007_07_01_archive.html
Teatro Brasileiro e Música como ferramenta em aulas para o Ensino Fundamental:
http://artemar2007.blogspot.com/2007_11_01_archive.html
Web Arte e Projeto Empreendedorismo Social aplicado em
Artes e Informática:http://artemar2007.blogspot.com/2007_12_01_archive.html


TRABALHOS PARA OS PROJETOS DE 2008
JUNHO – MOSTRA CIENTÍFICA CULTURAL 2008
6º. ANO – Foco: Pré-história, erosão, lixo, mudanças climáticas e vegetação característica.
PROPOSTA
CONTEÚDO TEÓRICO ANUAL
Estudo da (Arte pré-histórica: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais)e Idade Antiga (Mesopotâmia, Egito, Arte mediterrânea, Grécia clássica e Helenismo)
CONTEÚDO PRÁTICO
Abordar artistas brasileiros que trabalham com materiais recicláveis (lixo e modificação do meio ambiente) e confeccionar esculturas com um tipo de embalagem ou material reciclável.
7º ANO – Foco: Índios no território, rotação de culturas.
PROPOSTA
CONTEÚDO TEÓRICO ANUAL
Estudo da ( Arte Indígena e Arte moderna inspirada nos grafismos nativos brasileiros, Idade Antiga e influências posteriores)
CONTEÚDO PRÁTICO
Artistas contemporâneos que criam ambientes internos e externos estruturados em técnicas de construção e composição de interiores com material reciclável (ambiente em tamanho natural).

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